Brasília Sediou Maior Encontro de Colecionadores do Centro-Oeste com Peças Históricas Raras e Lançamento da 10ª Edição do Catálogo Bentes

Brasília Sediou Maior Encontro de Colecionadores do Centro-Oeste com Peças Históricas Raras e Lançamento da 10ª Edição do Catálogo Bentes

O maior evento de colecionismo do Centro-Oeste aconteceu em Brasília neste final de semana, realizado no Windsor Brasília Hotel, o público teve a oportunidade de conhecer e adquirir itens raros e históricos, incluindo moedas, cédulas, selos, cartões telefônicos e medalhas, muitos dos quais contam a história econômica e cultural do Brasil desde o período imperial até os dias atuais. Além da presença de 51 expositores de diversas regiões do Brasil, a feira teve um destaque especial: o lançamento da 10ª edição do Catálogo Bentes, considerada uma das principais referências para colecionadores de moedas no país.







Uma Feira para Todas as Idades e para Colecionadores de Todos os Perfis

A 15ª edição do Encontro de Colecionadores em Brasília atraiu visitantes de todas as idades, com destaque para a área kids, onde as crianças puderam explorar o mundo do colecionismo de forma interativa. Palestras educativas também enriqueceram a programação, apresentando curiosidades sobre as peças expostas e contextualizando a importância de preservá-las. Com entrada gratuita, o evento buscou incentivar o interesse pelo colecionismo, atraindo mais de 2 mil visitantes, entre curiosos, colecionadores experientes e grupos escolares com visitas agendadas.




As moedas e cédulas expostas eram mais do que simples objetos de coleção; cada peça contava uma parte importante da história econômica e social do Brasil. Um dos grandes destaques foram as moedas coloniais, exemplares raros que remetem à época em que o país ainda estava sob o domínio de Portugal. Essas moedas, que hoje são verdadeiras relíquias, despertaram a curiosidade do público por sua beleza e complexidade, além de marcarem o início do sistema monetário nacional.

Outro atrativo foi a variedade de cédulas das diferentes reformas monetárias, que documentam períodos de transformação, como o Cruzado, o Cruzado Novo, o Cruzeiro e o Plano Real. Os visitantes puderam observar de perto cédulas que marcaram a época de hiperinflação no final dos anos 1980 e 1990, quando mudanças econômicas drásticas afetaram a vida cotidiana dos brasileiros. Para muitos, foi uma oportunidade de ver pela primeira vez exemplares de cédulas e moedas que já não estão em circulação, mas que mantêm um valor histórico imensurável.



As medalhas comemorativas também tiveram seu espaço especial na feira, encantando o público pela sua beleza e simbolismo. Esses itens incluem medalhas que celebram feitos históricos, conquistas esportivas e homenagens a figuras públicas, representando diferentes momentos da história e do patriotismo brasileiro. As medalhas não apenas enriqueceram a exposição, mas também mostraram como o colecionismo pode preservar e homenagear as realizações e os ícones do Brasil.

Além das moedas, medalhas e cédulas, a feira apresentou coleções de selos postais e cartões telefônicos, itens que marcaram épocas passadas, quando o envio de correspondências e o uso de orelhões eram comuns em todo o país. Os selos expostos não só demonstraram a beleza da filatelia como também evidenciaram a evolução do design e das representações culturais e políticas do Brasil ao longo das décadas.


Ação Social e Compromisso com a Comunidade


A feira, organizada pela Associação Filatélica e Numismática de Brasília (AFNB) com o apoio da Poupex e diversas entidades, também promoveu uma ação social ao sugerir aos visitantes a doação de 1 kg de alimento não perecível, que foi destinado à Associação Francisco de Assis (ASFA). Esse compromisso com a comunidade reforça a visão da AFNB de que o colecionismo pode ir além das trocas e vendas, criando laços de solidariedade e responsabilidade social.



Gostou da informação? Quer saber mais sobre numismática? Confira as obras disponíveis no site bentesbrasil.com.br.

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Comentário recente

  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Fascinante? É você comprar moedas ditas FC e receber SUCATA em casa? Moedas limpas, moedas circuladas, com marcas de dedo, onde os PILANTRAS dizem que é FC? Porra, se na definição de FC está escrito que a moeda não circulou, então por que diabos ela tem digital? O que a definição de FC diz: O estado absoluto de conservação. O item não apresenta qualquer vestígio de circulação, mantendo-se no mesmo estado de integridade de quando foi manufaturado pela Casa da Moeda. O item não apresenta qualquer vestígio de circulação? Ué? Então por que diabos os comerciantes chamados numismatas vendem e dizem que moedas circuladas, com digitais, são FC na maior cara de pau? Se é para vender SUCATA, por que não monta logo um ferro-velho, e não uma loja do TROCO. No Pokémon se a carta está NM ela está perfeita, nem marca de dedo tem. Já aconteceu de eu comprar uma e ela ter vários pontos brancos, reclamei com o comerciante, e disse-lhe que ele tinha me ofendido, pois quando alguém envia lixo para um cliente é uma ofensa mesmo, aí o rapaz até me pediu desculpas, enviei a carta pelo correio, mostrei o comprovante do envio e já quis me mandar o PIX no valor da carta, daí eu disse: agora ela é minha responsabilidade, quando ela chegar aí você me paga o PIX. Beleza, resolvido, se eu tivesse comprado uma moeda dita FC, com 99,9999% teria recebido uma moeda FP=Flor de Porco ou uma FDe= Flor de Porco Excepcional com uma digitalzona bem no meio da arruela de metal, e duvido se eu conseguiria devolver esse lixo para o vendedor lixo que me vendeu.

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  • user por Lilian Corina Gusso

    Muito bem elaborado este site. Ótimas fotos.

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