Assentamento celta revela possível centro de comércio de escravos na França

Assentamento celta revela possível centro de comércio de escravos na França

Arqueólogos descobriram um assentamento celta de cerca de 2.300 anos em Allonnes, no centro da França. O local reunia oficinas de metalurgia, um complexo religioso e ficava em uma antiga encruzilhada de rotas comerciais. Entre os principais achados estão cinco pares de grilhões de ferro, que indicam a possível existência de um centro de comércio de escravos durante a Idade do Ferro.

As escavações revelaram oficinas de ferreiros e artesãos especializados na produção de peças de ferro, bronze e cobre. A grande quantidade de resíduos da atividade metalúrgica mostra que o assentamento era um importante polo de fabricação e circulação de mercadorias.

Os grilhões encontrados eram usados para prender pulsos e tornozelos. A presença desses objetos sugere que pessoas escravizadas passavam pelo local, possivelmente prisioneiros de guerra, condenados ou indivíduos obrigados a pagar dívidas com a própria liberdade.

Além das oficinas, os arqueólogos identificaram um espaço destinado a práticas religiosas. No local foram encontradas centenas de moedas produzidas ao longo de mais de cinco séculos. Muitas delas apresentavam cortes, limagens e outros danos feitos de forma intencional.

Essas marcas indicam que as moedas deixavam de ser usadas como meio de pagamento antes de serem oferecidas em rituais religiosos. A prática transformava os objetos em oferendas permanentes, dedicadas às divindades.

As descobertas reforçam a ideia de que o assentamento desempenhava funções econômicas, religiosas e comerciais ao mesmo tempo. O conjunto de vestígios também revela uma sociedade organizada, com produção artesanal especializada, intenso intercâmbio comercial e fortes diferenças sociais.

Foto: Imagem ilustrativa / gerada por ia;

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  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

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  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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